sábado, 27 de março de 2010
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Sabe-se que quando se fala de redação estamos falando de uma combinação de frases, uma combinação de classes de palavras, por isso, é bom corversar com os alunos sobre o porquê eles têm que aprender gramática na hora de redigir.
O professor é referência no momento de explicar a gramática na redação, pois a gramática é o caminho para escrever certo. A citação de Bernardo nos mostra isso:
O que importa é ter sempre muito claro que faz parte do escrever bem fazê-lo respeitando escrupulosamente o código. Isto deve ser lembrado aos alunos, o tempo todo, de muitas maneiras e por todos os professores. Se todos ensinamos a ler, a escrever e a raciocinar, parece óbvio que todos devemos ensinar a língua portuguesa, preocupando-nos em mostrar o certo e corrigir o errado [...]. (BERNARDO, 2000, p.36)
Para escrever um texto, o aluno precisa saber a gramática e isso deve ser lembrado por todos os educadores.
A escola deve preparar o aluno para a "vida", e se o educando pergunta "para que me serve aprender língua portuguesa?", a resposta está em Almeida (1984, p.10) "se você não souber falar e escrever direito, corretamente, você não arranja um bom emprego, não consegue passar num concurso, nem uma boa colocação...". A gramática serve sim, para elevar a auto-estima do aluno, e ele se sentirá bem com essa resposta.
Porém, se pensarmos na prática da produção de texto como uma forma criativa, quem tem a resposta é Possenti:
[...] Para se ter uma idéia do que significaria escrever como trabalho, ou significativamente, ou como se escreve de fato "na vida". Basta que verifiquemos como escrevem os que escrevem: escritores, jornalistas. Eles não fazem redações. Eles pesquisam, vão à rua, ouvem os outros, e lêem arquivos, lêem outros livros. Só depois escrevem, e lêem e relêem, e depois reescrevem, e mostram para colegas ou chefes, ouvem suas opiniões, e depois reescrevem de novo. A escola pode muito bem agir dessa forma... [...] (POSSENTI, 1996, p. 49)
O professor deve ser criativo na sala de aula, porque se os escritores e jornalistas fazem isso, por que os alunos não podem?
O professor e os alunos escolhem um tema para redigir, depois o professor pede a eles que pesquisem em livros, Internet, pessoas que possam ajudar no assunto. Só depois o mestre corrige. Isso seria fantástico!
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Porém, apesar de a gramática dar um rumo importante para o estudante, a triste realidade muitas vezes é outra, pois muitos alunos passam fome e o educador, sem se importar com essa realidade, ensinam classes de palavras ou análise sintática, assuntos que não chamam a atenção de uma criança ou jovem que passa por dificuldades. Por isso, o educador precisa ser sensível e conhecer a turma e sua realidade antes dos alunos estudarem a língua portuguesa.
Agora, como se sabe que a gramática é o "conjunto de regras", e que é preciso segui-las, caso o aluno não aprenda e erre no momento de escrever, o educador terá paciência, já que erro é quando se sai de tais regras. Como expressa Possenti (1996, p. 78), "erro é tudo aquilo que foge à variedade que foi eleita como exemplo de boa linguagem". Para que não haja equívocos, o educando deve estar consciente de como corrigir, para não deixar o aluno constrangido.
Explicar para o estudante que errar é bom, mas acertar é melhor. Um exemplo de uma aula de português é a partir de uma frase, como escreve Possenti (1996, p.91), "uma aula de gramática seria partir de uma construção e dizer a mesma coisa de todas as formas que se puder obter, alterando o ponto de vista, ou seja, alterando a estrutura da frase sem alterar radicalmente seu sentido". Essa é uma forma de como trabalhar a gramática através de estruturas de frases, da qual muitos alunos iriam gostar.
Para tanto, o mestre tem que ser criativo, por exemplo:
A noite, naquele fim de mundo, cai pesadamente.
Naquele fim de mundo, a noite cai pesadamente.
A noite, pesadamente, cai naquele fim de mundo.
Pesadamente, naquele fim de mundo, a noite cai.
O vento, em movimentos bruscos, assovia agressivamente.
Em movimentos bruscos, o vento assovia agressivamente.
O vento, agressivamente, assovia em movimentos bruscos.
Agressivamente, em movimentos bruscos, o vento assovia.
O guarda tratou o garoto com ironia.
O guarda tratou-o ironicamente.
Se Deus quiser, dará uma de suas bolas ao menino.
Se Deus quisesse, daria uma de suas bolas ao menino.
A mãe pensou: se eu o ameaçar, ele pára de chorar.
A mãe pensou que, se ela o ameaçasse, ele pararia de chorar.
REDAÇÃO...........
Vamos simular outro momento da redação de vestibular.
Faça de conta que você já está decidido sobre o que irá escrever, quer dizer, a redação já está até na sua mente (se não estiver, nem pense em começar a escrever!)
Então é o momento de iniciar o rascunho.
Lembre-se sempre de que dissertar significa dar uma opinião pessoal e explicar por que pensa dessa forma.
Em TODAS as redações que você fizer no vestibular você estará dando sua posição sobre algo e explicando-a. Não invente nada fora desse esquema, por favor!
Sua opinião chama-se a partir de agora tese, e suas explicações chamam-se argumentos.
A tese será o embrião da introdução.
Ela normalmente fica no primeiro parágrafo, portanto.
Os argumentos formarão o "recheio" da sua redação. Cada um pode ser um parágrafo ou você pode usar um argumento só para o texto todo! Isso varia muito - afinal redação não é ciência exata.
Argumentos emocionais são em geral considerados fracos.
Imagine que você diga "eu gosto disto porque é bonito". Alguém poderá dizer, "que bobagem, isto é horrível".
Quer dizer, não dá para discutir.
Procure sempre se basear em argumentos racionais, que podem ser discutidos.
Perguntas que você vai me fazer já já:
Mas como eu posso dar minha opinião se eu aprendi que não devo usar a primeira pessoa, não devo dizer "eu"!
Acostume-se a perguntar o porquê de tudo!
Já ouvi falar de professores que impedem os alunos de usar gerúndio! Há absurdos incalculáveis em "cursinhos" e colégios!
Mas vamos lá: usar a primeira pessoa NÃO desclassifica ninguém em vestibular nenhum.
Você acha sinceramente que o corretor estará preocupado com esse detalhe? Você acha que ele lerá seu texto e dirá "ahááá! este aqui usou a primeira pessoa! vou tirar pontos dele!"??
Ridículo, não? Ele quer antes de mais nada entender o que você está escrevendo, só isso!
Geralmente não há nada de absurdo em usar a primeira pessoa. O que ela pode transmitir é "falta de humildade" dependendo de como você escreve...
Todas as palavras são feitas para serem usadas - é óbvio que você não vai escrever do jeito que conversa com seu colega, eu nunca precisei avisar isso para ninguém!
Se você ainda acha melhor obedecer as proibições que andou ouvindo, não há problema, elimine a primeira pessoa, mas não sua opinião!
- Um exemplo:
"Eu penso que a pena de morte seria uma solução inadequada para o problema da violência urbana no Brasil".
"A pena de morte seria uma solução inadequada para o problema da violência urbana no Brasil".
Como seria possível responder sem usar a primeira pessoa?!
- E se eu não tiver opinião? Posso ficar "em cima do muro"?
- Leia revistas e jornais DE QUALIDADE. Sugiro a revista "Caros Amigos", ou a "Carta Capital", mas há outras semelhantes nas bancas. Quanto aos jornais, procure os não-sensacionalistas; há também cadernos específicos em jornais de domingo (nas grandes cidades), nos quais você encontrará críticas e discussões sobre assuntos atuais usando um vocabulário muito elaborado! No jornal Folha de S. Paulo, por exemplo, há o caderno "Mais".
- Assista a programas de debates. Esqueça os telejornais mais populares - os programas de debate trazem, além da informação pura e simples, as opiniões de gente de áreas diferentes.
Não tenha vergonha de tomar como sua a opinião de alguém - todos nós fazemos isso! - Se a sua escola/cursinho promove debates assista a eles! Não faz mal se você não quiser falar, apenas ouça.
Pode sim, ninguém tem que ter opinião sobre tudo - é outro mito que precisa ser destruído!
Isso sem falar que nós temos liberdade para mudarmos de opinião quando quisermos, não temos?
No caso de você não conseguir se posicionar claramente, sua redação vai mostrar ao corretor exatamente por que é difícil se posicionar!
Mostre a ele o que está dificultando sua decisão!
Isso acontece muito em temas polêmicos, aliás, eles são polêmicos exatamente porque é difícil achar uma posição confortável e "adequada".
E se o corretor não aceitar meus argumentos ou minha opinião?
Opinião é algo pessoal, não é questão de alguém aceitar ou não. Não se preocupe.
Se ele pensar em aceitar ou não as centenas de opiniões que vai ler, vai acabar louquinho...
Quanto aos argumentos, eles indicam com perfeição sua maturidade e seu nível de informação.
Quando você era pequeno (tinha maturidade infantil) seus argumentos eram "porque sim" ou "porque não".
Infelizmente não há como conseguir melhorar sua argumentação em pouco tempo se você nunca foi do tipo que se interessa em saber o que se passa no mundo, ou em assistir a debates...
Mas o importante é que você escreva seu texto como se estivesse falando com outra pessoa - diga exatamente o que você diria!
Vou dar uma mãozinha para vocês!
Aqui vão sugestões que têm dado muito certo com meus alunos ao vivo:
O corretor só estará procurando em sua introdução a tese. Não adianta "enrolar" para deixar a introdução maior, porque ele só quer encontrar a tese mesmo!
Se você não informar sua tese no primeiro parágrafo isso não significa que você perderá pontos. Apenas terá menos espaço (linhas) para explicar sua tese, quando ela aparecer.
Dependendo de quantas linhas você tiver, aí sim, isso poderá ser um problema.
Para você ter uma idéia, a Unicamp, em São Paulo, permite que o aluno escreva até 2 páginas, enquanto que a UFPR pede 4 textos de aproximadamente 5 linhas!
O que estiver fora da área fornecida poderá ser desconsiderado pelo corretor.
Há alunos que preferem criar os argumentos e depois pensar na tese! O importante é terminar o texto por completo!
Vamos terminando por aqui. E envie-me suas redações!
Envie sua redação para avaliação!
Aula 1
Aula 3
Aula 4
Aula 5
Aula 6
sábado, 20 de março de 2010
o que é capelaria?
O que é Capelania ?

É levar esperança aos aflitos, quando esses relatam suas dores e medos aos ouvidos atentos de quem experimentou na pele a dor e a perda e, consolado por Deus, se dispõe a levar o consolo a outros. Um trabalho humanitário de solidariedade, uma tênue luz de esperança, confortando e ajudando o enfermo a lidar com a enfermidade, a engajar-se ao tratamento médico indicado, e atémesmo a preparar-se para enfrentar a morte, quando não há expectativas de cura mesmo a preparar-se para enfrentar a morte, quando não há expectativas de curaaflige, é sempre a graça, a misericórdia e o amor de Deus, em Sua busca por amizade e comunhão com o ser humano através de Cristo, que nos oferece o perdão e a vida abundante e eterna.
Missão da Capelania
A Capelania tem como missão atuar nos hospitais através de voluntários capacitados que levam amor, conforto e esperança aos pacientes, familiares e profissionais da saúde, vivendo a fé cristã através do atendimento espiritual, emocional, social, recreativo e educacional, sem distinção de credo, raça, sexo ou classe social, em busca contínua da excelência no ensino e no ministério de consolo e esperança eternos.
Os benefícios para os hospitais.
Os hospitais que contam com este ministério são melhor conceituados por terem visão holística, renovando a esperança e a força para lutar e trazendo novo desejo de vida aos pacientes hospitalizados ou em tratamento ambulatorial. Em muitos casos, a Capelania ajuda a preparar o paciente terminal e sua família para enfrentar a morte próxima, trazendo-lhes consolo e esperança da vida eterna.
O impacto da fé sobre a saúde física e mental

O Dr. HAROLD KOENIG, psiquiatra, geriatra e pesquisador da Universidade de Duke, nos EUA, conclui em seus livros, que as pessoas que têm fé em Deus, frequentam regularmente uma igreja e cultivam um bom relacionamento com Deus apresentam os seguintes resultados:
melhor engajamento ao tratamento médico, melhor aceitação ao tempo de hospitalização, aumento da imunidade orgânica, pressão arterial mais estável, menos problemas estomacais e de cólon, menores índices de ataques cardíacos, menor tempo de recuperação de cirurgias, menos dor, níveis mais baixos de stress, menores índices de depressão e ansiedade, maior auto-estima, menores níveis de ansiedade, desenvolvimento com drogas e álcool, de suicídios, etc.
mais repotagem ..
| Projeto Minutos com Deus | | |
"Fica mais um pouco, pastor. Toma um café conosco!" Era o convite da enfermeira chefe, após o momento devocional de sete minutos daquele setor. Como era um dos últimos setores, dispunha de um tempo para tomar um cafezinho com aqueles profissionais da saúde.
Não queria perder aquela oportunidade, especialmente naquele local, pois ali sempre havia encontrado resistência à realização do “Projeto Minutos com Deus”. Uma resistência que até achei que seria comum, ao começar a executar o projeto há mais de um ano. Para minha surpresa, contudo, tal “resistência” se tornou exceção. Na verdade, não preenche os dedos de uma mão o número de setores e profissionais da saúde resistentes à abertura e continuidade do projeto em seus respectivos locais de trabalho. Mas aquele setor era diferente. Assim, percebia que estava ganhando a simpatia daquele grupo em particular, especialmente de sua enfermeira-chefe. Depois de outros devocionais, outros cafezinhos, aos poucos aquela resistência estava se tornando algo do passado. Certo dia, a enfermeira chefe comentou acerca de uma pesquisa que lera sobre os profissionais da saúde. Relatou a quantidade de casos entre seus colegas que sofriam profundamente de depressão, especialmente em função do stress do trabalho e das exigências familiares em função de que, via de regra, tais profissionais ficam muito ausentes do convívio familiar, pela necessidade de trabalhar em dois ou mais hospitais. Quando aquela enfermeira começou a enxergar a forma de trabalho de nossa equipe de capelania, da postura dos pastores voluntários que estavam ali exatamente para serem um auxílio e apoio emocional e espiritual, sem qualquer tipo de imposição, cobranças ou restrições, então a resistência foi cedendo a uma simpatia à mensagem e a presença de nossos voluntários cujo papel tem sido ser “máscaras” de Deus ali e em todos os lugares onde Deus tem nos chamado atuar.

O Projeto Minutos com Deus é um dos vários esforços que a Capelania Evangélica Hospitalar realiza com o fim último de levar o consolo e o conforto aos pacientes e seus familiares. O hospital existe em função do paciente. O foco principal de todos, no hospital, sempre é a pessoa que está no leito ou passa por algum outro tipo de assistência. O trabalho que a Capelania Evangélica realiza nos diversos hospitais também tem o mesmo foco. Assim, o Projeto Minutos com Deus visa, em última instância, cada paciente; por extensão, seus familiares. Neste contexto do Projeto, nosso alvo é dar apoio e suporte necessários aos profissionais da saúde.

Percebemos que eles absorvem diariamente uma carga emocional muito grande, por mais que sejam treinados para separar suas atividades profissionais do envolvimento emocional com os pacientes. Quando os profissionais da saúde são supridos em suas necessidades emocionais e espirituais, não somente cada um deles ganha em qualidade de vida; o ambiente de trabalho melhora, o rendimento aumenta, a inadimplência diminui. Especialmente, o paciente se torna melhor cuidado, pois o cuidado estendido não é apenas físico, mas também emocional e até espiritual.
Os profissionais da saúde acabam se tornando nossos “bons amigos e companheiros de luta”. Muitas portas se abrem e, mesmo a visitação aos pacientes em geral por parte dos voluntários da capelania tem ganhado em muito com diminuição da distância que havia entre nossos voluntários e os profissionais da saúde.

Conheça um ponco mais desse projeto e seu desenvolvimento no HSPE!
continuação
| Visão | | |
Ser um ministério que oferece o apoio espiritual, emocional e social, baseado na Palavra de Deus, aos enfermos, seus cuidadores e profissionais da saúde. Este trabalho é realizado através de voluntários evangélicos capacitados, tornando-se referência para igrejas, autoridades hospitalares e profissionais da saúde. |
| Missão | | |
| Glorificar a Deus através de visitadores e capelães voluntários que agem a partir de uma estrutura de apoio orgânica e funcional levando o conforto e consolo da Palavra de Deus ao enfermo, seus familiares e aos funcionários e profissionais da saúde, nos hospitais. |
| Histórico | | |
| “Este ministério teve inicio em 1983, através da Capelã Missionária Eleny Vassão de Paula Aitken, que atuou como Capelã evangélica-titular do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina de USP por 22 anos. A partir das experiências aprendidas neste Hospital, foram elaborados os primeiros cursos de capelania, com o objetivo de equipar visitadores e capelães para a organização de capelanias em todos os hospitais do Brasil. Hoje, mais de 130 hospitais em todo o território nacional e também em 13 países, contam com capelanias hospitalares evangélicas assessoradas pela ACEH – Associação de Capelanias Evangélica Hospitalar.”
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| O que faz um capelão? | | |
| O capelão, integrante da equipe multidisciplinar de saúde, é uma pessoa capacitada e sensível às necessidades humanas, dispondo-se a dar ouvidos, confortar e encorajar, ajudando o enfermo a lutar pela vida com esperança em Deus e na medicina. Oferece aconselhamento espiritual e apoio emocional tanto ao paciente e seus familiares, como aos profissionais da saúde. É importante elo com a comunidade local.
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| A Necessidade | | |
| A enfermidade traz consigo o medo, a culpa e a desesperança, comprometendo a reação do paciente ao tratamento e também sua qualidade de vida. O Deus de toda consolação fortalece, traz propósito ao sofrimento e renova a esperança, seja para lutar pela vida como para aceitar a morte com dignidade. Ele demonstra o seu amor através de suas mãos. |
| Beneficios para o Hospital | | |
| Os hospitais que contam com este ministério são melhor conceituados por terem uma visão do cuidado integral ao paciente, seus familiares e profissionais da saúde. Através do atendimento espiritual oferecido pela capelania, os pacientes engajam-se ao tratamento médico, aceitando melhor a hospitalização, enfrentando a enfermidade com mais esperança e força, tendo melhor qualidade de vida e um propósito para viver.
Equipe de Cuidados Paliativos do HSPE, onde a capelania participa da equipe multidisciplinar através de seus voluntários |
| Atividades | | |
| Os visitadores e capelães voluntários trabalham nos hospitais diariamente, atuando em visitas de apoio solidário leito a leito, distribuição de literatura bíblica de consolo, distribuição de roupas, sapatos, leite fraldas e cestas básicas. Realizam acompanhamento pré e pós cirúrgico, aconselhamento bíblico, evangelização; realizam cultos voltados para pacientes, funcionários, profissionais da saúde. Ministram aulas e palestras em Faculdades de Medicina. Desenvolvem atividades manuais com artesanato com pacientes e mães e pais de crianças hospitalizadas; promovem e participam de corais, como o coral de médicos da capelania.
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| Minutos com Deus no HSPE | | |
| O Projeto Minutos Com Deus iniciou no Hospital do Servidor Público de São Paulo em abril de 2006.
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| Leia mais... |
| Projeto Minutos com Deus | | |
"Fica mais um pouco, pastor. Toma um café conosco!" Era o convite da enfermeira chefe, após o momento devocional de sete minutos daquele setor. Como era um dos últimos setores, dispunha de um tempo para tomar um cafezinho com aqueles profissionais da saúde.
objeto geral
| Projeto Mãos e Coração | | |
Objetivo GeralOferecer abrigo, consolo, orientação, apoio emocional, espiritual, desenvolvimento de habilidades e atendimento social a: 1. pacientes hospitalizados; 2. seus cuidadores/familiares; 1. Alcance e Estratégia: O Projeto Mãos e Coração é desenvolvido em três ambientes: hospitalar, domiciliar e em Casa de Acolhimento. Os hospitais são os pontos de partida para o atendimento na CASA de Acolhimento, pois é onde são criados os vínculos e observadas as necessidades, a partir das quais são elaboradas as estratégias para o suprimento. As oficinas de artesanato com as crianças hospitalizadas e suas mães são realizadas diariamente, tanto no leito a leito como em sala anexa às enfermarias, e alcançam os hospitais: Instituto da Criança do HCFMUSP (ICr), Instituto de Tratamento de Câncer Infantil (ITACI), Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE) e Instituto de Infectologia Emílio Ribas.
A Casa de Acolhimento, chamada de Casa de Aconchego, está atendendo desde junho de 2008: 1. As mães das crianças hospitalizadas nos hospitais Instituto da Criança do HC, I.I. Emílio Ribas e I. de Tratamento de Câncer Infantil, promovendo: oficinas de artesanato, de música, chás da tarde (Chá com Esperança), cursos de manicure, corte e costura, cabelereiro, computação e outros. Oferecerá, também, a possibilidade de dormirem por algumas horas em camas (elas dormem por meses em cadeiras, nos hospitais) e de lavar e secar suas roupas (os hospitais não oferecem este serviço, o que causa grande transtorno principalmente às mães de vêm de outras regiões do Estado ou do país, e que não têm qualquer familiar nas proximidades, tornando-se as cuidadoras de tempo integral de seus filhos enfermos, e muitas vezes à morte. 2. Às crianças e adolescentes das famílias com AIDS: cursos profissionalizantes e oficinas de arte. 3. Às famílias com AIDS (triadas pelo Serviço Social do Hospital): doação mensal de cestas básicas; palestras sobre nutrição, higiene, aderência ao tratamento, música, espiritualidade e outros; atividades de artesanato; aconselhamento no luto.
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2. Público-alvo:1. Crianças em longo período de hospitalização (Câncer e AIDS) 2. Crianças com doenças crônicas e degenerativas, em domicílio 3. Mães das crianças hospitalizadas 4. Famílias com AIDS atendidas no I.Infectologia Emílio Ribas 5. Filhos da AIDS (crianças e adolescentes) 6. Portadores de necessidades especiais (deficientes físicos) 7. Indivíduos excluídos do mercado de trabalho DEPOIMENTOS
Eu, Maria Elena Ana Corrêa, agradeço as irmãs da Capelania Evangélica pelo trabalho de artesanato que fazem com as mães que passam a maior parte do dia dentro do hospital. Esse trabalho ajuda a relaxar a mente e o cansaço físico, não somente pelo artesanato, mas pelas palavras ditas, pela leitura da Palavra de Deus, nesses momentos muitas vezes tão difíceis. Tenho em minha casa um dos trabalhos dos trabalhos feitos, que é o do quadro (1º quadro do bebê) Não me esquecerei jamais! Deus abençoe a todos que dedicam as suas horas para estar junto com as mães. Vocês não sabem quanto é bom! Descobri que Deus se importa comigo”.
"Ajuda a manter minha família e não nos deixa passar fome. Aprendi que todos os dias temos que agradecer por tudo que temos”. Kátia Cilene Sampaio
"Porque eu estou precisando deste alimento por falta de emprego. Aprendi a amar muito mais a Deus e escutar a sua Palavra com muito amor”. Maria José Alves de Moura
"Ela é fundamental no complemento alimentar de meus quatro filhos. “Aprendi que temos que ser mais bondosos com o próximo”. Marilena V.C. Silva
"Tem ajudado em muito minha família, pois estávamos com dificuldade. Aprendi a amar a Deus em primeiro lugar, pois Ele tem sido o alimento para as nossas almas”. Solange Jovito da Silva
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Ser um ministério que oferece o apoio espiritual, emocional e social, baseado na Palavra de Deus, aos enfermos, seus cuidadores e profissionais da saúde. Este trabalho é realizado através de voluntários evangélicos capacitados, tornando-se referência para igrejas, autoridades hospitalares e profissionais da saúde.




